REVIEW: Clive Barker’s Hellraiser Revival
Esse jogo pode ter causado alguns pesadelos no seu redator, mas não não poderíamos deixar de passar nossas impressões de Clive Barker’s Hellraiser: Revival, novo jogo de terror e horror baseado na clássica saga de filmes do Clive Barker’s.
Chegando na Steam por R$149,99, o título da Saber Interactive não poupou em adaptar cada elemento da bizarra franquia, que começou como um livro e se tornou um dos grandes marcos do cinema de horror em 1987.
Um adendo: para choque de quem vos escreve, e de muitos que não conheciam bem o que é Hellraiser, podem esperar desse título um game com conteúdo bem forte e gráfico, mesmo para jogos de terror. Itens como nudez, conteúdo sexual, violência gráfica e temas pesados são abordados durante o jogo, assim como os filmes que o deram origem, que pode afastar quem não prefere algo mais gráfico comparado a jogos como Dead Space ou Resident Evil.
Hellraiser: Revival consegue capturar muito bem a identidade da franquia, trazendo como um dos destaques a sua ambientação, ambientação, com cenários grotescos, gráficos impressionantes e uma atmosfera que transmite toda a sensação de desconforto esperada de Hellraiser, além, claro, da presença dos bizarros e icônicos Pinhead e Cenobitas.

A gameplay mistura exploração, puzzles, furtividade e combate em primeira pessoa. A ideia funciona, principalmente com os poderes do cubo da Configuração Genesis, que trazem algo diferente para os confrontos. A história, de um protagonista sem muito destaque, que vai atrás de salvar sua namorada, é notável, mas sem muitos elogios.
Talvez o pior ponto do jogo seja sua progressão. Se o combate é funcional, pode haver um pouco de frustação em alguns momentos, com muitos inimigos em espaços apertados e poucos recursos para lidar com eles.




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